A gestão da crise nas redes sociais: a sua dimensão mortal

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Fabian Andrey Zarta Rojas

Resumo

O presente artigo reflete sobre a gestão da crise nas redes sociais, em especial naquelas de caráter generalista. Seu propósito é identificar uma série de elementos que podem constituir pontos de ancoragem para novas formulações teóricas em torno da noção de crise. Além disso, busca responder à pergunta: o que ocorre quando a gestão da crise fracassa?


Para abordar essas questões, propõem-se três eixos de análise: 1) as crises em redes generalistas e a renovação do sujeito; 2) a dimensão mortal na gestão da crise; e 3) estratégias para gerir uma crise em redes generalistas.


O trabalho conclui que é necessário continuar refletindo sobre a gestão da crise, pois trata-se de um fenômeno atual e intimamente ligado à dinâmica política contemporânea. A crise não deve ser compreendida como um fato estático, uma vez que assume novas formas conforme o tempo e o espaço em que emerge. Consequentemente, sua gestão também requer transformações constantes, já que as ferramentas disponíveis podem tornar-se obsoletas ou ineficazes diante de cenários em mudança. Daí a importância de continuar teorizando e investigando sobre esse tema.

Palavras-chave:
Gestão de crise, política, redes sociais, subjetividade


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Seção

Pesquisa e inovação

Como Citar

Zarta Rojas, F. A. (2025). A gestão da crise nas redes sociais: a sua dimensão mortal . MEDIACIONES, 21(35), 72-89. https://doi.org/10.26620/uniminuto.mediaciones.21.35.2025.72-89

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