Contrasentidos de la Inteligencia Artificial: Violencias Justificadas por la Conciliación

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Helena Triches Rodrigues

Resumen

A partir de la proliferación de imágenes generadas en el estilo de animación de Studio Ghibli y de su amplia repercusión, este artículo propone una reflexión crítica sobre la manera en que el debate en torno a las limitaciones éticas de la Inteligencia Artificial (IA), así como sus argumentos más recurrentes, configura barreras discursivas que refuerzan un sistema permeado por múltiples formas de violencia. Se parte de la premisa de que el avance tecnológico se sustenta en la explotación de recursos naturales, la expropiación de datos y la precarización del trabajo humano. En contraposición a perspectivas conciliatorias, la investigación —de carácter bibliográfico y exploratorio— busca evidenciar cómo la narrativa hegemónica, al privilegiar los fines (resultados, imágenes generadas y la noción de progreso), opera de modo que invisibiliza realidades y formas de existencia.

Palabras clave:
Inteligencia Artificial, problemas sociales, régimen de visualidad, violencia


Detalles del artículo

Sección

Investigación e innovación

Cómo citar

Triches Rodrigues, H. (2026). Contrasentidos de la Inteligencia Artificial: Violencias Justificadas por la Conciliación. MEDIACIONES, 22(36), 36-51. https://doi.org/10.26620/uniminuto.mediaciones.22.36.2026.36-51

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