Os grupos de comunicação na Colômbia, a pandemia e a desinformação, a entropia da comunicação, a disputa por sentido e a luta para não ser silenciada
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Resumo
“Em território colombiano e cobrindo enormes extensões, especialmente em áreas rurais, o litoral, o manigua, o Cauca, o Pacífico, as montanhas, o norte e o sul, as fronteiras, o leste e o oeste e em todos lugares onde o Estado ainda não chegou na sua totalidade e só chega pelo poder dominante das Forças Armadas, existem coletivos comunitários, populares e próprios de comunicação que em seus conteúdos, produzem novos sentidos sobre a defesa dos Direitos Humanos, acesso aos Direitos do Cidadão, Direitos à Terra, a situação dos camponeses deslocados ou que tentam retornar aos seus territórios, a situação dos povos indígenas em tensão com as empresas extrativistas, a situação das mulheres violadas e abusadas para diferentes guerreiros do conflito armado em todos os seus exércitos, desigualdade e pobreza, acesso à saúde, educação, trabalho e todos os direitos fundamentais e inalienáveis das várias comunidades que habitam a Colômbia. ”(Ceraso 2019)
Essas práticas sociais constituem espaços de participação das comunidades e canais abertos, em contextos adversos de comunicação e silêncio impostos pelo terrorismo de Estado e conflito armado, medo e repressão; a participação exercida para ocupar o espaço público, produzir novos discursos, conteúdos e significados diante dos conteúdos e agendas impostos pelo discurso unívoco que predomina se reproduzindo.
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Referências
Ceraso, C. (2019). La Producción de mensajes propios en contexto de silencio impuesto. [tesis de doctorado].
Preciado, P. (2020, 27 de marzo). Aprendiendo del virus. Diario El País
Touraine, A. (2006). Crítica de la Modernidad. Fondo de Cultura Económica.