A cátedra de paz: testemunho joven desde a caricatura até uma cultura do pós-conflito

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Camilo Cardona Aguirre

Resumo

O presente artigo tem como propósito desenvolver uma reflexão em volta ao papel da caricatura como instrumento de reflexão política dos jovens em tempos do pós-conflito, em especial que permita fundamentar o potencial da cátedra da paz e sua implementação em processos escolares.


É claro que, para muitos, é um fato que as juventudes têm aproveitado de distinções e linguagens variados para fazer palpável sua visão, verso e traço de aquilo que lhes oferecem seus sentidos, não obstante, suas expressões, ou não causam eco no acontecer, ou no pior dos casos, são censurados porque dentro delas existe uma criticidade honesta e pertinente que desafia ou exorta ao movimento no qual se instaura e se ergue o poder. A caricatura, de formas diferentes, tem transitado por cenários de censura e sabotagem pese a que conta com o potencial como categoria narrativa e artística para permitir fazer palpável e verosímil as expressões destas juventudes, expressões que emanam de espíritos inquietos e ativos resolvendo o devir de qualquer geração, é por isto e outras circunstâncias de marginação e apatia que as juventudes se vão instaurando em esquemas de acesso mais complexo, inóspito ou clandestino.


Portanto, refletir sobre os cenários de participação escolar é necessário para reformular, precisamente, a voz dos quais formam seu caráter político nas aulas. Nesse sentido, este artigo apresentará, em um primeiro momento, uma reflexão sobre o local da Cátedra para A Paz, para vincular, em um segundo momento, os entendidos de paz que subjazem neste mesmo cenário e, finalmente, aportar algumas compreensões sobre como pode a caricatura ser um instrumento de formação dos jovens como sujeitos políticos.

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