A encruzilhada para educar as meninas e meninos como sujeitos

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José Carlos Flores Buenaventura

Resumo

Neste texto apresenta-se a tese de que as meninas e meninos podem ser formado como sujeitos; consideramos que a formação de sujeitos é um proceso sóciocultural e político que pode existir no grupo social, classe, cultura ou etnia de pertença e desde que há um ideal de como deve ser uma menina ou menino. Realiza-se uma análise que parte de questionar a percepção dominante que se tem sobre as meninas e os meninos, que não responde às condições reais dos meninos mexicanos de carne osso; em um segundo momento revisam-se conceitos que permitem compreender o sentido e conteúdo da categoria de sujeito nas meninas e meninos; por último apresenta-se uma proposta de triada pedagógica para formar-nos como sujeitos desde a infância: o falar, o escutar e o escrever. 

Palavras-chave:
Meninos, meninas, infancia, sujeitos, falar, escutar e escrever.


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Seção

Tema Libre

Biografia do Autor

José Carlos Flores Buenaventura, Universidad Autónoma de México

Licenciado en Pedagogía por la FFyL, unam. Coordinador del Seminario de Perspectivas Críticas en Educación de México y Latinoamérica: construcción de discursos y prácticas, en la misma institución. Agradezco las correcciones y sugerencias de Horacio Cerutti, Jessica Nayeli Cruz, David Elías Hernández y a Rosario Elena Gálvez Mancilla.

Como Citar

Flores Buenaventura, J. C. (2017). A encruzilhada para educar as meninas e meninos como sujeitos. Praxis Pedagógica, 16(19), 29-41. https://doi.org/10.26620/uniminuto.praxis.16.19.2016.29-41