Análise preditiva do risco ergonômico na indústria farmacéutica

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ALEXANDER RAMIREZ CAMARGO

Resumo

– O estudo avalia o nível de risco ergonômico e a probabilidade de desenvolvimento de sintomas musculoesqueletico nos membros superiores no setor farmacêutico, usando técnicas de inteligência artificial (IA) de a cordo a metodologia OCRA. A pesquisa analisou 1.175 registros de trabalhadores da indústria farmacêutica, obtidos por meio de coletas amostrais realizadas no início e no fim da jornada de trabalho, abrangendo três turnos e quatro unidades produtivas ao longo de diferentes dias laborais.


 


Os dados foram coletados por sensores de movimento que monitoraram as posturas ergonômicas dos ombros, cotovelos, punhos e mãos, considerando fatores como tempo de exposição e períodos de recuperação. Com base nessas informações, foi mensurado o risco ergonômico individual dos membros superiores direito e esquerdo. Foram conduzidas análises estatísticas para determinar os níveis de risco ocupacional em função de múltiplos fatores e segmentos corporais.


 


Os resultados demonstraram que, a médio prazo, há um aumento progressivo do risco ergonômico, sendo os trabalhadores dos turnos manhã-noite os mais impactados. O estudo evidenciou uma relação direta entre esse risco e a incidência de desconforto no cotovelo e na mão, associada à idade dos trabalhadores e, em menor grau, à sua experiência profissional.


Detalhes do artigo

Seção

Artículos de Investigación Científica y Tecnológica

Como Citar

[1]
A. RAMIREZ CAMARGO, “Análise preditiva do risco ergonômico na indústria farmacéutica”, I, vol. 21, nº 41, out. 2026, doi: 10.26620/uniminuto.inventum.21.41.2026.%p.

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