a uma leitura fenomenológica da biblioteca Do místico ao didático:

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Andrés Forero Sosa

Resumo

Este artigo apresenta algumas considerações enquadradas numa discussão sobre a natureza essencial e eidética da biblioteca como espaço, como tempo ou como ação executável. A partir daí, as reflexões suscitadas pelas
facetas do ambiente livresco da academia, da comunidade e das grandes nações, bem como das pequenas cidades, promovem uma análise exaustiva através do método fenomenológico, que utiliza os estudos desenvolvidos por
Ingarden e seus diversos comentaristas . Assim, estaria errado se procurasse falar do livro e da biblioteca como objeto ou ideia sem estabelecer um breve diálogo com Jorge Luis Borges, que através de trechos específicos de sua obra considera essas premissas de forma narrativa; metafísico, como corresponde ao processo de intencionalização do objeto fenomenológico, e atemporal,
como o próprio procedimento da matéria o exige. Contudo, este escrito não evoca apenas a autoridade de Borges ou do próprio Ingarden para dizer o que diz; Ela simplesmente se adianta, tenta se colocar à frente do próximo passo,
e seu principal objetivo é desmascarar aquela ideia que é romântica ou não, aquela ideia que é politizada ou não, institucionalizada ou não, do que é o fenômeno da biblioteca. pode ser, daquilo que representou na história antiga
e na modernidade mais recente

Referências

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